As vantagens de ser invisível – parte 2

A invisibilidade me tomou e hoje aqui estou!

I feel infinite 2

No momento, o cachorrinho da vizinha não para de “gritar”, deve está me testando de alguma forma, só pode rs 
Enfim, vamos ao que interessa! Neste texto pretendo colocar três trechos que achei pertinentes e não sei se essa será a última parte sobre As vantagens de ser invisível, pois confesso que refleti muito sobre várias coisas o lendo. Realmente um livro para degustar. 

“Um irmão se tornou carpinteiro quando adulto e nunca bebia. O outro terminou sendo um bebedor tão mau quanto o pai. Quando perguntaram ao primeiro irmão por que ele não bebia, ele disse que depois que viu o que isso tinha feito ao pai nunca pegaria o mesmo caminho. Quando perguntaram ao outro irmão, ele disse que achava que tinha aprendido a beber no colo do pai.” (História contada a Charlie) 

Após ouvir essa história, Charlie reflete sobre o que somos, chegando a conclusão que somos o que somos por várias razões e que talvez nunca sejamos conscientes delas. Essa parte me fez lembrar dos mistérios que nos rodeia, como por exemplo de onde viemos, nossas escolhas, entropia e para onde iremos, e que logo me fez associar ao filme Mr. Nobody (Senhor Ninguém) que discute tudo isso. Espero assisti-lo pela terceira vez e falar sobre ele aqui rs.
O link a seguir é de um vídeo super legal do Canal Nerdologia. Fala sobre o que somos e talvez nos ajude incrementar sob a opinião do Charlie.
https://www.youtube.com/watch?v=-HCHKLky7U8

Se alguém gosta de mim, eu quero que goste de mim de verdade, e não pelo que pensam que eu sou. (Sam)

Muitas vezes nós julgamos ter sentimentos pelas pessoas pelo o que a maioria pensa, damos etiquetas à elas e perdemos sua essência.
Nós passamos por constantes mudanças. Todos temos medos e inseguranças em algum momento da vida ou fazemos “cacas”, como meu professor costuma dizer. Logo, julgar e/ou etiquetar alguém é inviável, já que não somos o mesmo “eu” de sempre.
Então Sam, provavelmente, quis explicar isso ao Charlie, de que as pessoas criam expectativas nas etiquetas que são colocadas nos outros e que ela não queria isso para si.

É ótimo que você ouça e seja um ombro amigo para alguém, mas há momentos em que a gente não precisa de um ombro. E se precisarmos de um braço, ou coisa parecida? Você não pode se limitar a se sentar lá, colocar a vida de todos à frente da sua e pensar que o que importa é o amor. Não pode fazer isso. Você tem que fazer coisas. (…) Como pegar as mãos de alguém quando toca uma música lenta. Ou convidar alguém para sair. Ou dizer às pessoas o que você precisa. (Sam) 

O ser humano é movido por vontades e Charlie era do tipo que deixava as dos outros ultrapassar as próprias.
Acho que temos que falar sim das nossas necessidades, mesmo sendo constrangedor, como chamar um cara para ir ao cinema mesmo correndo o risco de levar um fora. No meu caso levei o fora, e ainda repeti, mas claro que não foi com a mesma pessoa. Porque, né?, vamos passar vergonha com pessoas diferentes, por favor!!! rs 

Claro que tudo tem limites também. Não é porque você sente vontade de agarrar alguém que você deve fazer isso. Querer, poder e dever têm suas diferenças. O recado é se permitir dentro dos limites desses verbos. 

Isso é tudo pessoal e “Isso é tudo, pessoal”. 

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